CHRIS FUSCALDO

Atendo por três nomes, mas não tenho três caras. Nasci sem saber como me chamava, mas logo minha madrinha de consagração sugeriu a minha mãe que desse a mim o mesmo nome delas duas: Cristina. Minha mãe incluiu um H virei Christina na certidão de nascimento, Christininha para os familiares e amigos de infância e Chris para os colegas de faculdade e do Jornalismo. Nasci em Niterói, RJ. Sou filha de um engenheiro, arquiteto e músico com uma pedagoga e paisagista. Tenho um irmão advogado e músico. Quando tive a oportunidade de começar a escrever, em 1999, escolhi a música como tema. Além do Jornalismo na UniverCidade, fiz metade do curso profissionalizante de Teatro da Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), tendo participado lá da montagem de O Jardim das Cerejeiras, do russo Anton Tchecov, e, fora de lá, de peças infantis com a Cia. Gene Insano. Terminei também a faculdade de  Letras (Português-Italiano) na Universidade Federal Fluminense (UFF).

Cresci com a música dentro de casa. Com o rock dos Beatles e da Jovem Guarda, o de Jimi Hendrix e do Led Zeppelin e com os sambas e boleros antigos de Ataulfo Alves, Ciro Monteiro e Nelson Gonçalves. Descobri o pop e a MPB sozinha. Tive algumas bandas ao longo da vida, entre elas ECT (Eu, Chris e Taís) e Press Play, esta só de jornalistas. Poucas, porque achava que meu negócio era mesmo pesquisar e escrever sobre música. Acabei me especializando nisso, trabalhando e/ou publicando matérias nos jornais O Globo e Extra (e em seus respectivos sites), em revistas como Rolling Stone, MTV e OutraCoisa e produzindo releases de músicos para gravadoras. Cobri diversos festivais (Ceará Music, Festival de Verão, Mada, Rock in Rio), escrevi muitos perfis de músicos, assinei uma coluna de discos no jornal Extra… Também coordenei uma equipe de Mídias Sociais na Artplan.

Em 2008, fundei o blog GarotaFM. Já fiz assessoria em comunicação para os músicos Hyldon, Gaby Amarantos, Bruno Batista, Leticia Persiles e Clara Valente e muuuuitos releases para diversas gravadoras ou artistas independentes: Zé Ramalho, Fiuk, Ivete Sangalo, Paula Fernandes, Diogo Nogueira, Ludmilla, Kelly Key etc. Entre 2008 e 2009, realizei uma série de entrevistas para escrever uma discobiografia da Legião Urbana que saiu em 2010 encartada nos LPs e CDs reeditados pela EMI Music. Em 2014, fiz as pesquisas, as entrevistas e os roteiros dos episódios do Mulheres do Brasil, um programa sobre mulheres cantoras e compositoras brasileiras exibido pelo Canal Bis. Em 2015, trabalhei na pesquisa de conteúdo e nas entrevistas do livro Rock in Rio 30 Anos e fiz o conteúdo do Almanaque Rock in Rio, ainda não lançado pela editora 5W em parceria com o festival.

Fiz mestrado em Letras. Agora, estou no doutorado do mesmo programa: Literatura, Cultura e Contemporaneidade, da Puc-Rio. Publiquei em 2016 o livro Discobiografia Legionária, em que conto histórias sobre as gravações dos discos da Legião Urbana. Estou prestes a terminar uma biografia do cantor e compositor Zé Ramalho. Em 2017, estrearei como cantora e compositora no álbum autoral Mundo Ficção, que tomei coragem e gravei, apoiada pelo músico e produtor argentino Juan Cardoni. Comecei a compor tarde, mais especificamente em 2014. Antes, tinha feito apenas uma parceria com Totonho e Taís Salles que estava engavetada. Com o que eu produzi entre 2014 e 2016, eu e Juan fizemos uma espécie de obra de pop-rock-tango.

Este site foi criado para abrigar tudo o que penso, escrevo e faço. Nele, quero expor meus sentimentos e guardar a minha história.