Apresentando o maior parceiro na jornada de Rosário

Agora preciso falar sobre a pessoa que mais marcou minha jornada em Rosário: Handré Garcia, meu marido rosarino (“sin derechos”), meu melhor amigo dos últimos tempos (e de todos os próximos) e meu ying (isso mesmo… meu princípio feminino, á agua e a passividade, já que eu, definitivamente, sou o yang, ou seja, o princípio masculino, o fogo, a luz e a atividade). Fomos muitos felizes nesses três meses. Aprendemos muito um com o outro e aprendemos a amar as diferenças um do outro (e rir muito delas). Choramos muito juntos, mas rimos demais também. Cozinhamos um para o outro, dividimos as tarefas de casa e dormimos juntos tanto no nosso lar quanto nas aventuras que vivemos desde o primeiro dia em que chegamos na Argentina. Se buscarem na minha timeline, verão quanta coisa vivemos… A despedida foi dificílima! Assim como ele fez (e conta abaixo), me segurei muito para não chorar, mas desabei na porta do elevador. E sigo tendo recaídas. Vai passar, afinal, daqui a menos de 20 dias ele estará aqui comigo e vamos poder nos juntar de novo para provar um para o outro que o que acontece em Rosário não fica em Rosário mesmo. Definitivamente, não sei mais viver sem meu bailarino Handré!

Versão em espanhol:

Ahora tengo que hablar sobre la persona que más me impactó durante mi jornada en Rosario: Handré, mi marido rosario (“sin derechos”), mi mejor amigo de los últimos tiempos (y de todos los próximos) y mi yang (sí… mi principio femenino, la água y pasividad, ya que definitivamente yo soy el yang, o sea, el principio masculino, el fuego, la luz y la actividad). Fuimos muy felizes en esos tres meses. Aprendemos mucho un con el otro y aprendemos a amar a las diferencias un de lo otro (y reír mucho de ellas). Lloramos mucho juntos, pero reímos demasiadamente también. Cocinamos un para el otro, dividimos las tareas de casa e dormimos juntos tanto en la nuestra casa cuanto en las aventuras que vivimos desde el primer dia en que llegamos en Argentina. Si buscaren en mi timeline, verán cuantas cosas vivimos juntos. La despedida fue difícil! Así como ele hizo (y cuenta abajo), intenté no llorar, pero entré en colapso en frente a la puerta del ascensor. E sigo teniendo recaídas. Va a pasar, afinal, en menos de 20 días el va a estar acá conmigo e vamos poder juntarnos novamente para probar un para el otro que lo que pasa en Rosario no se queda en Rosario mismo. Definitivamente, no sé mas vivir sin mi bailarín Handré!

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